Partiste em silêncio…em paz, e eu aqui fiquei
Li a tua carta…
Aqui fica um bocadinho:
“A morte é terna, amiga. É o sopro que alivia a dor eterna. Dói em ti, mas não dói emmim. Isso não te alivia? Limpa a tua alma da dor, como quem lava um chão de muito tempo. Perfuma os cantos da sala com a saudade que é mansa e que é boa, fecha o livro neste capítulo, mas não chores por mim. Tanta vida, tanta vida! Não há sofrimento sem matéria que a suporte. Não há dor na morte, senão a que a tua própria opinião força. A agonia é da vida – bem sabes disso – e não da morte. A morte é doce, amiga, como um final de peça, como o cair do pano, como o fechar da porta. É depor as armas, é o final da luta, é o tratado de paz.
A razão diz, mas o coração teima. Que seja. Não cedas ao canto de sereia da saudade. Deixa que a dor por si só se iluda e, se sentires a tentação do luto, lembra-te: eu hasteei a bandeira branca.”
E assim caíu o pano preto…fechou-se um palco de vida…mais uma estrela brilha no céu!
Estaras para todo o sempre comigo
Ía ficando surda c o teu festejo m fikei mt contente;p
Beijoka enorme** boas férias:D:D
gostot;)